As interpretações, para o novo encontro imaginário, estão a cargo da pedagoga Emília Brederode, da encenadora Maria do Céu Guerra e da jornalista Diana Andringa. Amanhã, 2 de Abril, em Lisboa, no Teatro A Barraca. Mais um debate entre personagens marcantes da história Universal n’A Barraca, em Lisboa. Fique a conhecer melhor Charlotte Corday interpretada por Emília Brederode, Carlota Joaquina por Maria do Céu Guerra e Louise Michel por Diana Andringa.
Saiba quem são:
Saint-Saturnin-des-Ligneries, Normandia, França, 27 de Julho de 1768 – Paris, 17 de Julho de 1793
Entrou para a história ao assassinar, duma forma premeditada, um dos mais importantes defensores da Revolução Francesa, Jean-Paul Marat, instaurada na França pelos jacobinos de quem ele era um dos principais instigadores. Charlotte Corday foi guilhotinada no dia 17 de Julho de 1793, quatro dias após o assassinato. Durante seus quatro dias de julgamento, testemunhou que havia realizado o assassinato sozinha.
Interpretação da pedagoga Emília Brederode.
Aranjuez, 25 de Abril de 1775 — Queluz, 7 de Janeiro de 1830
Foi uma infanta da Espanha, rainha consorte de Portugal, Brasil e Algarves e Imperatriz Consorte do Brasil. Aliava a uma máxima fealdade a total devassidão, sendo amante de fidalgos, moços de estrebaria, criados e aventureiros. Com temperamento violento e devoção fanática, esteve sempre em conflito com o Rei D. João, participando, com o seu filho D. Miguel, em conjuras para o tirar do trono, acabando por ser a instigadora da morte do Rei por envenenamento. Morreu em Queluz em 1930, acabando por não ver a derrota dos Absolutistas pelos Liberais.
Interpreta Maria do Céu Guerra, encenadora.
Vroncourt-la-Côte, 29 de Maio de 1830 — Marselha, 9 de Janeiro de 1905
Foi professora, poetisa, enfermeira, escritora e blanquista da França. Aos 26 anos, já era autora de uma extensa obra literária, política e educacional com foco nos movimentos sociais revolucionários. Na Comuna de Paris participou tanto na linha de frente nas barricadas, como em funções de apoio até ser capturada e deportada para a Nova Caledônia. Retornou à França em 1880 onde se tornara extremamente popular, participou de inúmeros eventos e reuniões operárias, sendo presa diversas vezes pelo seu activismo político até sua morte aos 74 anos de idade.
Diana Andringa, jornalista apresenta a personagem
Encontros imaginários 2018
2 de Abril de 2018
21h30
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213 965 360 | 913 341 687
Largo de Santos, 2
1200 – 808 Lisboa
Website do Teatro A Barraca