O “entrismo” chinês nos estados-maiores africanos.
O “entrismo” é uma táctica trotsquista, desenvolvida sobretudo pela facção lambertista, que alcançou grandes sucessos. O caso mais conhecido talvez seja o de terem conseguido colocar um militante lambertista, o “camarade Frisé”, como secretário-geral do PS francês…
O infiltrado soube desempenhar muito bem a missão e até conseguiu, depois de ser secretário-geral (e como tal ter o controlo total do “aparelho”…), ser presidente do partido. Só o eleitorado o derrotou quando o PSF o candidatou a presidente da República. Nome desse trotsquista? Lionel Jospin.
Os maoistas de Pequim adoptaram agora (mudando o que é necessário mudar…) esta táctica para ganharem uma influência decisiva nos aparelhos decisivos dos Estados de África (este duplo do adjectivo “decisivos” não acontece aqui por acaso). Ou seja, a China lançou-se à conquista dos aparelhos militares africanos.
Les officiers africains préfèrent Pékin…
Moins visible que l’activisme des groupes chinois dans le BTP, l’entrisme de Pékin dans les états-majors africains n’en est pas moins réel et inquiète au plus haut point Paris, qui voit l’un de ses traditionnels relais d’influence sur le continent menacé….
Exclusivo Tornado / IntelNomics
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