O canal de televisão Porto Canal, já entrevistou alguns candidatos à CM Matosinhos.
Pelo que me apercebi, entrevistou quem foi eleito para o executivo em 2017.
Ora, estas eleições autárquicas são em 2021. Deste modo, quem não foi eleito em 2017, por esse critério, não será eleito em 2021. Deste modo, não há isenção, independência e equidade.
O Porto Canal recebeu apoios públicos, assim como a maioria da imprensa.
O Matosinhos Independente liderado por Joaquim Jorge, apoiado por um grupo de cidadãos eleitores, sem intervenção dos partidos, foi ignorado.
Ao só convidar quem está representado no executivo, está a impedir que possamos dar a conhecer aos matosinhenses, as nossas propostas e ideias. E, o pior, ignorar quem nos apoia.
Depois de estarem marcadas as eleições para o dia 26 de Setembro, há o dever de neutralidade e imparcialidade.
A Lei n.º 72-A/2015 de 23 de Julho, estabelece o regime jurídico da cobertura jornalística em período eleitoral, regula a propaganda eleitoral e proíbe a publicidade institucional.
Por fim, a cobertura jornalística não dá tratamento verdadeiramente igualitário a quem se perfila para concorrer. As televisões só passam quem está no poder e só ligam às cidades de Lisboa e Porto. O resto não conta.
Aceite os meus respeitosos cumprimentos,
Joaquim Jorge
Fundador do Matosinhos Independente